Por Marco Pagetti
Quem gosta de passear
sabe que é fundamental que o destino tenha uma estrutura legal, bem organizada,
e de preferência segura. Imagine só juntar tudo isso a milhares de anos de
história e modernidade em todo lugar. Legal né? Pois bem... Isso é Londres!
A capital
da Inglaterra e Reino Unido também é conhecida como “cosmopolita”. Abriga centenas de pontos turísticos, que vão
desde decks de atracação no Rio Tâmisa, por onde passaram barcos há centenas de
anos, até bares e casas de shows movimentadíssimas a qualquer momento do dia.
Há ainda centrais hi-tech como a praça de Piccadilly Circus (foto) e seus
painéis publicitários enormes.
Os pontos
mais famosos são as imagens que estampam cartões postais: o grande relógio no
Parlamento inglês, o grandalhão “Big Ben”; o Palácio de Buckingham, abrigo da
família real; a “Big Eye”, uma roda gigante que dá visão de boa parte da
cidade; o Rio Tâmisa; o Museu de História Natural; a Abadia de Westminster e
tantas outras atrações. Mas outros lugares fascinantes não tão conhecidos por turistas
também recebem curiosos. Assim, a cidade consegue agradar qualquer gosto.
Mas a
questão é: de que adiantaria tudo isso se não houvesse uma estrutura que
proporcionasse conforto e prazer aos turistas que as visitam? Imagine se o Rio Tâmisa
fosse em São Paulo, fedorento, cheio de lixo, com pessoas morando em sua
margem, e ainda por cima esse mesmo rio cortasse a cidade. Parece familiar?
Isso atrairia um público tão grande? Provavelmente não.
O
cuidado que Londres têm não só com seus pontos turísticos mas em toda a cidade
é notório. Horários rigorosos, preservação, segurança, transporte e tudo que
faz a cidade girar funciona. E funciona tão bem que parece ser simples e normal.
Por isso a capital britânica é referência quando se trata de estrutura
turística, sendo o principal destino de milhões de pessoas anualmente.
Praça Piccadilly Circus, ponto turístico de compras e eventos.
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