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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Minha crise política

De tempos em tempos políticos e seus partidos saem de suas “tocas” para apresentar projetos, ideologias e tentar persuadir os eleitores a votar neles, seja para presidente, deputado federal e estadual, governador, senador, vereador e prefeito. Todos com o objetivo de alcançar suas próprias metas e chegar ao cobiçado poder no país.
Nunca liguei pra política, sempre achei algo chato, que eu nunca entendia, olhava os debates e aquelas propagandas eleitorais e pensava: “ai que chato”, e mudava de canal, ainda mudo. Muitos chegam e me falam: “mas você precisa saber, você não quer ser jornalista?”, “você precisa saber, a política é importante”. Isso nunca adiantou, e acho que nunca vai adiantar e vá me fazer mudar de ideia.
Nesse ano de eleições eu acabei tendo que fazer duas matérias sobre elas, a primeira coisa que pensei foi: “eu não gosto de política, não sei nada, como vou fazer?”, peguei dois temas, sobre os quais pesquisaria sobre a ideologia dos partidos e as posições políticas “esquerda e direita”, foi bem difícil ler tudo e fazer longos resumos até se chegar a uma ou duas folhas de conteúdo. Para minha surpresa consegui aprender algo, mesmo que pouco. Deu para ter uma noção sobre a ideologia de alguns partidos e saber um pouco de como e onde surgiram os termos “direita e esquerda”.
Confesso que continuo não gostando desse tema, mesmo agora entendendo o mínimo do mínimo, continuo achando que os políticos só ligam para si mesmos. Mas, já consigo perceber o quanto é importante se ter isto no país, por mais que não exista político bom, e sim, apenas o menos mau. A política e seus partidos se tornaram indispensáveis para a democracia de um país e para se ter uma visão do que se pode melhorar e o que não se deve fazer. Apesar de tudo precisamos ter consciência na hora do voto, e escolher bem quem queremos que administre nosso Brasil, e claro, cobrar deles tudo que prometeram.



Thaiany Gouveia

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