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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Londres - Turismo bem moldado


Por Marco Pagetti 
 
Quem gosta de passear sabe que é fundamental que o destino tenha uma estrutura legal, bem organizada, e de preferência segura. Imagine só juntar tudo isso a milhares de anos de história e modernidade em todo lugar. Legal né? Pois bem... Isso é Londres!


A capital da Inglaterra e Reino Unido também é conhecida como “cosmopolita”. Abriga centenas de pontos turísticos, que vão desde decks de atracação no Rio Tâmisa, por onde passaram barcos há centenas de anos, até bares e casas de shows movimentadíssimas a qualquer momento do dia. Há ainda centrais hi-tech como a praça de Piccadilly Circus (foto) e seus painéis publicitários enormes.


Os pontos mais famosos são as imagens que estampam cartões postais: o grande relógio no Parlamento inglês, o grandalhão “Big Ben”; o Palácio de Buckingham, abrigo da família real; a “Big Eye”, uma roda gigante que dá visão de boa parte da cidade; o Rio Tâmisa; o Museu de História Natural; a Abadia de Westminster e tantas outras atrações. Mas outros lugares fascinantes não tão conhecidos por turistas também recebem curiosos. Assim, a cidade consegue agradar qualquer gosto.


Mas a questão é: de que adiantaria tudo isso se não houvesse uma estrutura que proporcionasse conforto e prazer aos turistas que as visitam? Imagine se o Rio Tâmisa fosse em São Paulo, fedorento, cheio de lixo, com pessoas morando em sua margem, e ainda por cima esse mesmo rio cortasse a cidade. Parece familiar? Isso atrairia um público tão grande? Provavelmente não.


O cuidado que Londres têm não só com seus pontos turísticos mas em toda a cidade é notório. Horários rigorosos, preservação, segurança, transporte e tudo que faz a cidade girar funciona. E funciona tão bem que parece ser simples e normal. Por isso a capital britânica é referência quando se trata de estrutura turística, sendo o principal destino de milhões de pessoas anualmente. 

               

 Praça Piccadilly Circus, ponto turístico de compras e eventos.


ASSALTOS TIRAM A PAZ DA VIDA NOTURNA EM SANTOS






                                                             Jessica Paiva


Recentemente um grupo de quatro pessoas foi abordado por dois rapazes que levaram celulares e dinheiro no centro histórico da cidade de Santos. Ao prestarem queixa a polícia foram informados que a violência na área virou uma rotina para os frequentadores dos bares e casas noturnas. Nenhum jovem saiu ferido.

Aos finais de semana, segundo os proprietários dos comércios, cerca de cinco mil pessoas circulam pelo local a cada noite e a movimentação chama a atenção da criminalidade. Os assaltos na rua do Comércio estão perturbando os visitantes do centro e os comerciantes temem a falta de segurança.

A rua do Comércio localizada no centro velho de Santos, litoral de São Paulo,  faz parte do acervo histórico do país. Considerada um dos pontos turísticos da cidade, mantém ainda hoje uma arquitetura que remete a diferentes épocas da história brasileira. 

A região caiu no gosto da população santista e seus visitantes há alguns anos. As edificações e palácios construídos no ápice da era do café chamam a atenção dos que escolhem o paradeiro como roteiro de passeio. Além dos casarões, há restaurantes, bares e reúne o maior número de casas noturnas da cidade.




Eu vou assistir ao show do Metallica

Por: Thaiany Gouveia


O Rock in Rio está comemorando 30 anos e pela terceira vez consecutiva, o Metallica sobe ao palco principal do festival no próximo dia 19. Sempre com uma grande expectativa, os fãs que moram na Baixada Santista se preparam para embarcar em excursão para assistir ao show.

A estudante de Arquitetura, Karina Mendes, conta que começou a gostar do Metallica em 2008 quando escutou a música “All Nightmare Long", do álbum Death Magnetic. “Meu vizinho costumava lavar o carro ao som da banda, um dia fiquei curiosa e fui perguntar o que ele estava escutando”.

Em contrapartida, sua amiga, Rafaella Costa, estudante de Publicidade e Propaganda, começou a curtir a banda quando viu o show deles no Rock in Rio de 2011, pelo canal Multishow. “Eu amo assistir os festivais de música quando passam na TV. Nunca imaginei virar fã, eu nem sabia nada sobre eles até aquele dia, simplesmente fiquei apaixonada. Assistir eles no festival que os conheci vai ser especial”.

As duas se conheceram na última passagem deles pelo Brasil, em março de 2014, quando a banda fez um show em São Paulo, com o setlist escolhido pelos próprios fãs por meio de votação. Ambas foram com a mesma excursão e ficaram amigas, mas não conseguiram curtir muito o momento que tanto sonhavam. “Estávamos na pista comum e não somos muito altas, ficou difícil ver alguma coisa e choveu em vários momentos do show, como uso óculos ficou complicado de enxergar alguma coisa”, disse Rafaella.

As amigas estão ansiosas para pegar a estrada e garantem que vale todo o dinheiro investido. “Vamos de excursão com alguns amigos, o ônibus vai sair do posto perto da minha casa. Já fui ao Lollapalooza, esses festivais são bons para se fazer amigos, até mesmo porque estamos unidos por um só amor, a música. Estou guardando dinheiro desde 2013 para realizar esse sonho”, conclui Karina.

Elas esperam que seja o melhor show de suas vidas, não só pela oportunidade de rever sua banda preferida, mas por ser uma grande oportunidade de ir ao tão sonhado Rock in Rio.


Nos anos 80 e 90, o Metallica foi uma das maiores referências do metal. A coleção de sons que escreveu a história da música nesse período inclui faixas como “Seek and Destroy”, “Master Of Puppets”, “One” e “Enter Sandman”. A banda gravou discos que passaram por variações  do Rock ‘N’ Roll, chegando até a colaborar com o músico Lou Reed. Depois de tantos CDs, eles gravaram o filme “Through the Never”,  onde mostram do que a banda é capaz ao vivo. 
 
Abaixo mostramos um pouco mais da história da banda:

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Baixada Santista elege seis representantes


O 1º Turno das Eleições 2014 que começou às 8 horas e terminou às 17 horas de domingo (5), ocorreu com tranquilidade e rapidez na cidade de Santos.


Após o encerramento das eleições, urnas e documentos eleitorais foram recolhidos dos locais de votação por carros da Prefeitura Municipal e levados com escolta policial até as respectivas zonas eleitorais, onde foram feitas as apurações dos votos.
As apurações começaram por voltas das 17h30 e em menos de três horas cem por cento das urnas eletrônicas de Santos estavam apuradas. Durante todo o dia, apenas seis urnas deram problemas técnicos e precisaram ser substituídas.
Na cidade, as sessões eleitorais são gerenciadas pelo cartório eleitoral, centralizando e coordenando os eleitores domiciliados na localidade de uma região geograficamente delimitada do estado paulista. Em Santos, os eleitores são distribuídos em três zonas eleitorais. No Centro de Santos localiza-se a 118ª Zona Eleitoral, 272ª Zona Eleitoral no Embaré e a 273ª Zona Eleitoral situada na Vila Belmiro.
Correspondendo a 4,08% do eleitorado paulista (1,3 milhões de inscritos), a Baixada Santista contou com 116 candidatos para estas eleições. Apenas seis foram eleitos, puderam comemorar e estarão presentes na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa em 2015. Temos dois deputados estaduais e quatro federais pela região.

Deputado Federal
Votos
Deputado Estadual
Votos
João Paulo. Papa (PSDB)
117.590
Caio França (PSB)
123.138
Cassio Navarro (PMDB)
50.093
Paulo Correa Junior (PEN)
38.489
Beto Mansur (PRB)
31031


Marcelo Squassoni (PRB)
30315






João M. Gazoli de Freitas

Eleição é tranquila na Baixada, mas decisão fica para 2º Turno

O 5 de outubro foi o dia em que aproximadamente 142 milhões de brasileiros foram as urnas para exercer o voto obrigatório, e escolher o novo Presidente da República, assim como, Senadores, Deputados Federais, Estaduais e Governadores. A votação começou as 8 horas e seguiu até 17h (horário local).  As urnas que chegavam às escolas logo eram preparadas por fiscais e mesários para que tudo corresse da melhor forma durante o dia.
Quem se dirigiu às escolas pela manhã não teve problema e logo conseguiu votar nos seus candidatos preferidos. Quem não pode ir cedo e pegou fila próximo ao encerramento recebeu uma senha para que pudesse votar normalmente.
Durante o período de votação, apenas seis urnas foram recolhidas e trocadas em toda a cidade de Santos. Até onde foi apurado, nenhuma ocorrência de boca de urna ou outras confusões foram registradas.
O que incomodou os eleitores, foram os folhetos dos candidatos que foram jogados nas proximidades das escolas causando a maior bagunça e até alguns escorregões de pedestres que se dirigiam as seções, dando trabalho aos garis no final do dia.
Com as parciais sendo divulgadas de hora em hora durante as apurações, o clima era de euforia nas ruas. Os eleitores com a expectativa de que seus candidatos fossem eleitos e debatendo questões políticas, assim seguiu a contagem dos votos.
No dia 26 de outubro será decidido o 2º Turno das eleições com os dois candidatos à Presidente que mais receberam votos. O eleitor deverá se dirigir a mesma seção onde votou da primeira vez munido de documento com foto junto ao titulo de eleitor, onde é possível consultar o número de inscrição, zona e seção onde deve votar.  

João M. Gazoli de Freitas


O PAPA VOTOS


João Paulo Tavares Papa (PSDB) é um dos sete candidatos 
da Baixada Santista e Vale eleito Deputado. 

O ex-prefeito de Santos, João Paulo Tavares Papa (PSDB), entre 2005 e 2012, estará em Brasília a partir de 2015. O ex-pemedebista conquistou, mais de 117 mil votos, e uma das 70 cadeiras na Câmara dos Deputados destinadas a São Paulo.  Ele foi o 38º candidato mais votado no Estado de São Paulo, e o 18º da coligação PSDB-DEM-PPS. 

Papa é divorciado, nasceu em 28 de julho de 1958 na cidade de Santos (SP). Seu currículo acadêmico é bastante recheado, formado em Pedagogia pela Faculdade Dom Domênico (1980) e Engenharia Elétrica pela Universidade Santa Cecília (1983), fez especialização em Administração Escolar, Orientação Educacional e Supervisão Escolar. Na área pública, sua trajetória começa em 1984 como engenheiro da Prefeitura de Santos. Em 1986, assumiu a direção do Departamento Municipal de Trânsito.
A partir de 1989, atuou no Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo e, entre 1991 e 1995, na Sabesp, como superintendente regional da Baixada Santista e do Litoral de São Paulo. Em 1997, assumiu a Secretaria de Meio Ambiente de Santos e, a partir de 1998, a presidência da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Foi eleito vice-prefeito em 2000. De 2001 a 2004 acumulou as funções de vice-prefeito e secretário municipal de Planejamento. Foi eleito prefeito em 2004 e reeleito em primeiro turno, em 2008, com 77 % dos votos. Terminou o mandato com 86% de aprovação popular. Entre 2013 e 2014, foi diretor de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente da Sabesp. Papa concedeu entrevista exclusiva ao jornal da Unip:
1) O Senhor acaba de ser eleito para um mandato de 04 anos, com certeza a Baixada Santista estará muito bem representada no Congresso. Quais serão as suas prioridades na busca de recursos financeiros?
Papa: "A Baixada Santista tem uma deficiência crônica na área da saúde, a nossa rede de saúde, principalmente na alta complexidade, ou seja, no atendimento hospitalar não está adequada para a população. E em algumas cidades essa deficiência é mais evidente, e claro causa um sofrimento maior. Especialmente em São Vicente a segunda cidade mais populosa da baixada, precisa ter mais estrutura em atendimento em hospitais e também na região sul, então eu vou trabalhar objetivamente para viabilizar um hospital em São Vicente e para que a ampliação do hospital existente em Itanhaém, seja acelerada e viabilizada. Com essas duas ações concluídas, nós vamos ter uma rede mais estruturada e equilibrada. O atendimento da saúde, tende a melhorar em todas as cidades. E na área da segurança pública, eu vou lutar no Congresso para que o Governo Federal crie novos instrumentos de combate a criminalidade".
2) Sabemos que a cidade de Santos, sempre foi bem provida de recursos estaduais e federais. O Sr. dará uma atenção maior às cidades da baixada, sobretudo as mais afastadas de Santos? Como Bertioga e Peruíbe.
Papa: "Essa é uma constatação que tem que fazer, há uma concentração de riqueza, mas uma riqueza em um sentido mais amplo. Um concentração de empresas, de negócios, de recursos movimentados, de geração de empregos que por sua vez geram mais tributos, uma concentração de riquezas em Santos. Essa concentração em comparação com as demais cidades, cria as condições que a cidade de Santos tem hoje, que é uma cidade bem provida de investimentos públicos, de serviços públicos, de infra-estrutura, de qualidade de vida. A baixada por outro lado, não tem a mesma condição, somos uma região muito desigual, há um evidente desequilíbrio econômico e que gera problemas de infra-estrutura, gera desequilíbrio social, gera um efeito que não é muito razoável não é muito adequado de movimentação diária de pessoas a Santos para trabalhar ou até estudar. A baixada santista, tem que ter um plano metropolitano de desenvolvimento econômico,  e eu vou trabalhar por isso, e vou trabalhar no mandato objetivamente, procurando fortalecer os municípios que hoje tem menos alternativa, como Peruíbe, São Vicente, Guarujá e todas as cidades". 
3) Qual a opinião do senhor do Sr. sobre a necessidade da reforma tributária no Brasil?
Papa: "É fundamental, eu sei que é difícil e o tanto que é difícil ela nunca foi feita até hoje, são quase 20 anos pregando a reforma tributária por todos os candidatos. Ela não veio até hoje porque não é algo fácil de ser feita, mas, a cada dia que passa fica mais urgente e determinante para a economia do Brasil. A nossa economia ela depende muito de comodes, que são produção agrícola, agropecuária, o campo basicamente sustentou e deu equilíbrio e sustentabilidade para a economia brasileira, mas há um setor que é fundamental para o presente e o futuro que é o setor produtivo, a industria que é o setor que faz transformação da matéria prima com produtos com valor agregado, é ai que um país cresce com mesmo, com vigor e a industria brasileira perdeu força,  vem perdendo a cada ano, porque ela não é mais competitiva, ela perde de lavada pelos seus concorrentes internacionais em produtividade e preço final. A reforma tributária ela tem que ser ampla, ela tem que ser mesmo que cause algum sofrimento inicial, porque pode gerar uma redução momentânea de arrecadação, ela precisa ser feita é aquele passo que você tem que dar para poder se alinhar com o futuro que o mundo hoje exige. Embora eu não seja um especialista nessa matéria, vou estudar bastante tudo isso e vou defender sim no Congresso Federal uma aceleração possível tributária mais ampla. 
4) Outra reforma muito discutida no Brasil é a reforma política. De que forma o Sr. analisa tal questão?
Papa: "Acho fundamental, fácil de ser feita, é um compromisso que todo e qualquer político hoje no quadro de crise até institucional e de credibilidade que a política brasileira vive, todos os parlamentares deveriam abraçar essa reforma no primeiro dia. Segunda questão na reforma política, o fim da reeleição a coincidência dos mandatos é algo que também gera que prejuízo? Zero. Ao contrário gera muita economia, o Brasil vive de eleições. Dois em dois anos nós estamos fazendo uma eleição. Um país em desenvolvimento como o nosso não pode se dar o luxo de gastar tanta energia, tanto dinheiro para se fazer eleições de dois em dois anos, isso não é necessário é um prejuízo. Pode se estender o mandato para cinco anos, para recompensar um pouco essa questão do  fim da reeleição. Eu defendo também o fortalecimento dos partidos, para que as pessoas enxerguem nos partidos um sentido ideológico, uma linha de pensamento, hoje isso não acontece". 
5) O Sr. obteve 117,590 mil votos, aproximadamente 85% vieram da região. Como o Sr. analisa o resultado?
Papa: "O resultado ele é decorrente da opção que eu fiz, estou feliz com a decisão não pelo fato de eu ter sido eleito, mas porque eu pude exercer coerência durante a campanha. 85% dos votos vieram daqui (Baixada Santista) os outros 15% que é surpreendente para mim, vieram de amigos ou parente que mora longe, ele faz lá a campanha para você e consegue 40 ou 50 votos, mas basicamente essa outra porcentagem vieram, de um segmento que eu atuo a muito tempo, que é o setor do saneamento que é a minha profissão, sou engenheiro e atuei muitos anos na área ambiental e sanitária, ele é um setor que tem muita carência no Brasil. Para você ter uma idéia 50% dos brasileiros não possuem rede coletora de esgotos, isso se reflete em péssimos índices de saúde, problemas de desenvolvimentos para essas regiões. É um setor que tem tudo por fazer. Essa votação que eu tive, vinda do setor de saneamento básico me oferece uma oportunidade e responsabilidade, eu terei que atuar dentro daquela visão de temas nacionais também com grande atenção nessa área.
6) Como o Sr. está se preparando para exercer o cargo no Legislativo?
Papa "Agora, isso é um mundo para mim. Eu nunca vivi uma experiência de legislativo. A minha experiência profissional de trinta anos, se deu toda no poder executivo, porém, eu sempre tive um perfil pessoal, de conciliador, exerci sempre aonde estive, a liderança que tive, enfim alguns segmentos sempre foi trabalhada na base do dialogo, do consenso, na busca de convergência, isso é da minha personalidade da minha natureza. Como executivo de Santos, eu sempre procurei ser um condutor do consenso na Câmara Federal não há outra opção, a câmara é um parlamento com 513 deputados, de culturas totalmente diferentes, o Brasil é um país continental, cada um seus problemas e necessidades e visões de mundos diferentes. E tenho que me preparar, são muitas regras, para poder organizar a movimentação de 513 parlamentares a quantidade de regras é impressionante. Agora eu estou estudando essas regras para quando chegar fevereiro eu esteja habituado a essa rotina.  
7) Ao deixar o seu mandato de prefeito de Santos em 2012, segundo pesquisa realizada pela Enfoque Comunicações o Sr. obteve 86% de aprovação do Governo. Como o Sr. avalia o resultado?
Papa: "Eu fiquei muito feliz, na época não só eu mas a minha equipe toda, todos nós ficamos recompensados, pois a tendência de qualquer governo, ainda mais este de 08 anos é você aos poucos ir se desgastando aos poucos, eu fiz poucas mudanças no meu governo, inclusive de pessoas. O nosso governo teve uma característica muito especial, desde da primeira medição da avaliação de seis meses, até a última que foi essa no final do mandato, nós fomos sempre crescendo constantemente, não tivemos picos e nem quedas. A cidade gerou 40 mil novos empregos formais durante a minha gestão, 12 mil foram criados em um ato de governo na mudança da legislação tributária municipal. A outra questão a educação, eu dei total prioridade a essa pasta, eu sou professor, sou de uma família de educadores, e nós entregamos quase duas escolas novas e grande por ano. Foram quinze escolas próprias em oito anos, implantamos a educação em tempo integral, criamos um parque tecnológico que hoje dá origem uma reformulação no ensino técnico municipal. Um vez respondendo também a um jornalista, onde ele me perguntou como eu queria ser lembrado no futuro? eu disse mais ou menos assim: - Como um alguém que trabalhou muito, que se dedicou e cumpriu a sua responsabilidade e que não fez suas as conquistas da população santista. Um prefeito ele é uma parte importante do processo de desenvolvimento de uma cidade ou de um país, mas as conquistas são sempre da população e da sociedade.
 8) Como foi governar a cidade de Santos? Quais as dificuldades?
Papa: "A primeira que eu acho que todo prefeito vive é a burocracia, para quem não vive o dia a dia de uma gestão municipal pode achar estranho, mas não, o Brasil tem tantas e tem que ter pois se trata de dinheiro público, mas tem tantas amarras e tantas regras burocráticas, que no fim metade do tempo é gasto com a própria máquina, burocracia, esse é um ponto difícil. O restante eu acho que a cidade de Santos me ajudou muito, eu tive mais ajuda e facilidades do que dificuldades".
9) Os santistas podem esperar a volta do Papa, na disputa eleitoral para a Prefeitura de Santos? 
Papa: "Eu acho difícil, não impossível, pois na vida nada é impossível. Hoje o meu caminho, meu destino está e foi traçado pela decisão da população daqui de me colocar no parlamento. Alí há muito por fazer, as pessoas as vezes menosprezam o papel do parlamento no Brasil e nas cidades também, as mudanças a renovação de mentalidade que o país espera, deseja sempre dependerá muito de uma mudança de pensamento no parlamento que é muito conservador. Então a um papel a ser cumprido, e tenho que cumprir bem isso, se eu ficar exercendo essa atividade que é nova para mim e tanta responsabilidade com pensamento aqui na cidade, eu não cumpro lá o papel para o qual eu fui escolhido. Então não dá para pensar nisso nesse momento, e acho que há quadros muitos bons na cidade que possa indicar a renovação para a prefeitura". 

Vitor Fernando Teixeira Pimentel