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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Os Jovens e a Política


Não é difícil perceber que o futuro do país está quase que praticamente na mão dos jovens. E quando se fala neles, não estamos citando apenas rapazes e moças de 16 anos, se enquadram aqui uma juventude com faixa etária de 18 a 33 anos.
Embora essa juventude esteja um tanto quanto confusa e dividida a respeito do que fazer com a escassez de política que se encontra o país, eles querem e querem muito um habitat melhor para poder viver. 
Atualmente, os jovens são formadores de opinião, ajudam nas despesas do lar e têm voz ativa. São chamados hoje de Geração D (digital), por Renato Meirelles - Presidente da Data Popular, ligados à tecnologia e conectados o tempo todo, eles sabem exatamente o que querem. Apontam que a condição de vida da classe intermediária e baixa melhorou bastante, mas isso não é o suficiente. Incomodam-se demasiadamente, porque a linguagem politica não é compatível com a deles, está atrasada, cheia de falhas e essa geração vai lutar para ver as mudanças cabíveis e necessárias.
As manifestações ocorridas em 2013 trouxeram mais energia a esses jovens e mesmo com grande parte deles votando em branco, eles vão cobrar as melhorias que faltam e não abrirão mão das que já foram feitas. 
Educação, Segurança e Saúde são os principais fatores indicados por essa mocidade. Eles querem ainda ter acesso livre à internet, afinal, estamos na era da comunicação. E a insistência em apontar a linguagem arcaica que não se enquadra a essa etnia, veem a necessidade de estar por dentro do que acontece no país, sem ter que ouvir a respeito de tantos PIB’s e outras palavras que passam despercebidas a quem está interessado em comer um bom prato de arroz e feijão, comprar seus tomates sem a dura inflação, ter condição de ter a casa própria e crédito no mercado.
Essa geração mais inteligente que os pais – segundo a pesquisa da Data Popular, com acesso a informação rápida e diária, não está interessada de qual partido politico é aquele candidato, muito menos nas frases feitas de seus familiares como, “ele rouba, mas faz”, eles querem pessoas comandando essa grande máquina, eles querem políticos de verdade, que trabalhem pela verdade, em busca de um Brasil mais justo e digno.

Jessica Paiva

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